a verdade é que eu não existo. sou transparente, inodora, insípida e incolor. E feito água,  vou escorrer pelas janelas, formar poças no cantos para, depois, evaporar.

E nem a mais leve sombra do que eu fui irá permanecer, pois, afinal nem da chuva mais forte o verão mais quente guarda qualquer traço…